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Bolívia comemora 188 anos de sua independência.
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type="html">Em 6 de agosto de 1825 a Bolívia declarava sua independência da Espanha, esta é a singela homenagem a este país pelo qual tenho um carinho muito grande.
Um país cheio de riquezas que foi saqueado e explorado e segue lutando!
Que viva Bolívia! Carajo!
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Um país cheio de riquezas que foi saqueado e explorado e segue lutando!
Que viva Bolívia! Carajo!
O traficante, o policial, o político e o pastor
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type="html">Vídeo ironiza a vida cotidiana de alguns lugares, traficante, policial, politico e pastor, e o dinheiro fácil...
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Colômbia o único risco é que queira ficar!
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type="html">Em abril de 2012, tive uma passagem rápida pela Colômbia, foi realmente uma experiência fantástica, uma por que foi a primeira vez que viajei sozinho e outra porque a Colômbia é realmente um país sensacional, estou pra voltar pra lá muito em breve e pra ir aquecendo, mando hoje este vídeo pra vocês também sentirem vontade de conhecer este país fantástico. ;)
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Colômbia o único risco é que queira ficar!
O país mais “perigoso” do mundo
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type="html">Queridos amigos, li a pouco um artigo que não posso deixar de compartilhar com vocês de maneira alguma. Eu já tinha ouvido de alguns amigos viajantes exatamente essa mesma informação, mas ainda assim, fiquei um pouco cético, pois para um BOM viajante não existem lugares ruins... Em um outro dia ouvi uma reportagem na radio CBN e uma reporter que também tinha viajado para este país, tinha afirmado exatamente o mesmo...
Mas de que estou falando, ora, é de um dos países que atualmente é considerado como um dos encabeçadores do famosos "eixo do mal"... o terrível IRÃ...
Pois bem, transcrevo aqui o excelente texto de Filipe Morato Gomes publicado no blog FMGomes.com
"Fui convidado para escrever 7 crónicas de viagem para as edições de verão do jornal Diário de Notícias. Para quem não teve oportunidade de ler a versão em papel, hoje republico o primeiro desses textos, que foi para as bancas no passado dia 15 de julho. As crónicas são publicadas até ao final de agosto, sempre às segundas-feiras, na secção DN – Verão do jornal (e aqui com duas semanas de atraso).
1. O país mais “perigoso” do mundo, in Diário de Notícias
Há países muito perigosos. E o Irão é seguramente um deles. Pelo menos é o que me dizem amigos e conhecidos que nunca lá foram. Pelo que me afiançam, deverá ser um país incrivelmente inseguro e cruel, viveiro de terroristas e malfeitores – esses “muçulmanos”! – amantes das armas nucleares onde, seguramente, alguém me irá assaltar, quem sabe colocar-me atrás das grades pelo facto de ser ocidental ou, até, apontar uma Kalashnikov e deixar-me estendido num beco escuro onde ninguém dará por mim durante muitos dias.
Não fazem por menos, os meus amigos. Com tais relatos, pânico era o mínimo que deveria sentir ao aterrar em Teerão pela primeira vez. Seis viagens depois à antiga Pérsia, a julgar pelas experiências que já lá vivi, posso garantir que eles têm toda a razão: o Irão é um país muito “perigoso”.
Na primeira vez que fui ao Irão, fui “sequestrado” por uma equipa de filmagens numa pequena aldeia montanhosa do norte do país, que me adotou por uns dias no seio do grupo enquanto filmavam um road movie independente, tempo durante o qual não consegui pagar fosse o que fosse porque ouvia sempre o mesmo argumento: “you’re my guest“.
Na cidade de Kashan, um taxista malandro “obrigou-me” a aceitar o convite para visitar a sua casa, conhecer a família – mulher e filho de 4 anos notoriamente terrorista – e jantar com eles. Ainda hoje somos amigos.
Na segunda vez que fui ao Irão, fui “atacado” por jovens adolescentes que queriam tirar fotografias encostadas a mim na aldeia de Abyaneh, sorrindo com excitação e despedindo-se com acenos, endereços de Facebook e inocentes “i love you“.
Na terceira viagem, perdido à noite no bazar de Esfahan, pedi ajuda a um velho iraniano que passava de bicicleta (que mais poderia ser aquele velho simpático senão um terrorista disfarçado?), o homem teve o “desplante” de desmontar da sua bicicleta, mudar o seu rumo e caminhar uns bons 15 minutos até ao local que eu procurava, desaparecendo de seguida sem sequer esperar por um sentido obrigado.
E quando me impelem a deixar os hotéis onde estou alojado e insistentemente me convidam para dormir nas suas casas, onde, resguardados por quatro paredes, me podem “torturar” com perguntas sobre o meu país e a opinião que tenho sobre o Irão, antes de me alimentarem à força com comida deliciosa e me mostrarem um pouco da música persa acompanhando um chá e qalyan? Só pode ser “maldade”, certo?
Mas não é tudo.
Na última viagem que fiz ao Irão, no passado mês de abril, vi alguém pagar por engano 10 vezes mais que o devido a um taxista (é comum esta confusão com a moeda iraniana). De pronto, o bom homem desatou à gargalhada e devolveu o excedente. E vi outro estrangeiro deixar um smart phone top de gama no banco traseiro de outro taxista. Minutos depois, o taxista atendeu a chamada no telefone perdido e veio devolvê-lo imediatamente.
E na rua? Elas e eles, cultos e bem formados, abordam-me na rua, nos cafés, nos bazares, nos parques verdes, nas galerias de arte. Querem conversar, conhecer, perguntar, sorrir em conjunto – só podem ser “espiões”.
Sim, o Irão é um país perigoso. Muito perigoso. Mas isso é só na televisão. Fora da “caixa que mudou o mundo” – e continua a moldar a opinião que dele temos –, o Irão é “só” o país com o povo mais hospitaleiro que conheço.
Nota: a versão em papel pode ser consultada em PDF, com muitas fotos e um design agradável."
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Mas de que estou falando, ora, é de um dos países que atualmente é considerado como um dos encabeçadores do famosos "eixo do mal"... o terrível IRÃ...
Pois bem, transcrevo aqui o excelente texto de Filipe Morato Gomes publicado no blog FMGomes.com
"Fui convidado para escrever 7 crónicas de viagem para as edições de verão do jornal Diário de Notícias. Para quem não teve oportunidade de ler a versão em papel, hoje republico o primeiro desses textos, que foi para as bancas no passado dia 15 de julho. As crónicas são publicadas até ao final de agosto, sempre às segundas-feiras, na secção DN – Verão do jornal (e aqui com duas semanas de atraso).
1. O país mais “perigoso” do mundo, in Diário de Notícias
Há países muito perigosos. E o Irão é seguramente um deles. Pelo menos é o que me dizem amigos e conhecidos que nunca lá foram. Pelo que me afiançam, deverá ser um país incrivelmente inseguro e cruel, viveiro de terroristas e malfeitores – esses “muçulmanos”! – amantes das armas nucleares onde, seguramente, alguém me irá assaltar, quem sabe colocar-me atrás das grades pelo facto de ser ocidental ou, até, apontar uma Kalashnikov e deixar-me estendido num beco escuro onde ninguém dará por mim durante muitos dias.
Não fazem por menos, os meus amigos. Com tais relatos, pânico era o mínimo que deveria sentir ao aterrar em Teerão pela primeira vez. Seis viagens depois à antiga Pérsia, a julgar pelas experiências que já lá vivi, posso garantir que eles têm toda a razão: o Irão é um país muito “perigoso”.
Na primeira vez que fui ao Irão, fui “sequestrado” por uma equipa de filmagens numa pequena aldeia montanhosa do norte do país, que me adotou por uns dias no seio do grupo enquanto filmavam um road movie independente, tempo durante o qual não consegui pagar fosse o que fosse porque ouvia sempre o mesmo argumento: “you’re my guest“.
Na cidade de Kashan, um taxista malandro “obrigou-me” a aceitar o convite para visitar a sua casa, conhecer a família – mulher e filho de 4 anos notoriamente terrorista – e jantar com eles. Ainda hoje somos amigos.
Na segunda vez que fui ao Irão, fui “atacado” por jovens adolescentes que queriam tirar fotografias encostadas a mim na aldeia de Abyaneh, sorrindo com excitação e despedindo-se com acenos, endereços de Facebook e inocentes “i love you“.
Na terceira viagem, perdido à noite no bazar de Esfahan, pedi ajuda a um velho iraniano que passava de bicicleta (que mais poderia ser aquele velho simpático senão um terrorista disfarçado?), o homem teve o “desplante” de desmontar da sua bicicleta, mudar o seu rumo e caminhar uns bons 15 minutos até ao local que eu procurava, desaparecendo de seguida sem sequer esperar por um sentido obrigado.
E quando me impelem a deixar os hotéis onde estou alojado e insistentemente me convidam para dormir nas suas casas, onde, resguardados por quatro paredes, me podem “torturar” com perguntas sobre o meu país e a opinião que tenho sobre o Irão, antes de me alimentarem à força com comida deliciosa e me mostrarem um pouco da música persa acompanhando um chá e qalyan? Só pode ser “maldade”, certo?
Mas não é tudo.
Na última viagem que fiz ao Irão, no passado mês de abril, vi alguém pagar por engano 10 vezes mais que o devido a um taxista (é comum esta confusão com a moeda iraniana). De pronto, o bom homem desatou à gargalhada e devolveu o excedente. E vi outro estrangeiro deixar um smart phone top de gama no banco traseiro de outro taxista. Minutos depois, o taxista atendeu a chamada no telefone perdido e veio devolvê-lo imediatamente.
E na rua? Elas e eles, cultos e bem formados, abordam-me na rua, nos cafés, nos bazares, nos parques verdes, nas galerias de arte. Querem conversar, conhecer, perguntar, sorrir em conjunto – só podem ser “espiões”.
Sim, o Irão é um país perigoso. Muito perigoso. Mas isso é só na televisão. Fora da “caixa que mudou o mundo” – e continua a moldar a opinião que dele temos –, o Irão é “só” o país com o povo mais hospitaleiro que conheço.
Nota: a versão em papel pode ser consultada em PDF, com muitas fotos e um design agradável."
Guaraná Antartica terá garrafas PET 100% recicladas.
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type="html">Ótima iniciativa do Guaraná Antartica, agora todas as garrafas PET podem virar garrafas de Guaraná Antartica, rsrsrs!
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Quinta Rock - L7 - Pretend We're Dead
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type="html">Dia de Rock nesse LOCO MUNDO e dando sequencia na série de bandas que fizeram parte da minha adolescência, com as bandas que tocaram demais nos anos 90, hoje rola aqui na QUINTA ROCK, a banda das garotas do L7 ;)
Lembrando:
1ª - Ugly Kid Joe
2ª - Raimundos
3ª - L7
BANDA: L7
GÊNERO: Grunge, Metal alternativo, punk rock.
MUSICA: Pretend We're Dead
WEB: http://l7official.com/
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Lembrando:
1ª - Ugly Kid Joe
2ª - Raimundos
3ª - L7
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| L7 |
BANDA: L7
GÊNERO: Grunge, Metal alternativo, punk rock.
MUSICA: Pretend We're Dead
WEB: http://l7official.com/
VÍDEO:
LETRA:
Pretend We're Dead
What's up with what's going down
In every city, in every town
Cramping styles is the plan
They've got in the palm of their big hands
When we pretend that we're dead
When we pretend that we're dead
They can't hear a word we've said
When we pretend that we're dead
C'mon, c'mon, c'mon, c'mon
C'mon, c'mon, c'mon, c'mon
C'mon, c'mon, c'mon, c'mon
C'mon, c'mon, c'mon, c'mon
Turn the tables with our unity
They're neither moral nor majority
Wake up and smell the coffee
Or just say no to individuality
When we pretend that we're dead
When we pretend that we're dead
They can't hear a word we've said
When we pretend that we're dead
C'mon, c'mon, c'mon, c'mon
C'mon, c'mon, c'mon, c'mon
C'mon, c'mon, c'mon, c'mon
C'mon, c'mon, c'mon, c'mon
TRADUÇÃO:
Fingimos Que Estamos Mortos
O que há com os acontecimentos..
Em cada metrópole, em cada cidade..
Tudo apertado é o novo estilo.
Que eles têm em suas grandes mãos.
Quando nós fingimos que estamos mortos..
Quando nós fingimos que estamos mortos..
Eles não podem escutar uma palavra que tenhamos dito.
Quando nós fingimos que estamos mortos.
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá,
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá,
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá,
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá.
Viremos as mesas com nossa união.
Eles não são morais e tampouco a maioria.
Acorde e cheire o café..
Ou simplesmente diga não à individualidade.
Quando nós fingimos que estamos mortos..
Quando nós fingimos que estamos mortos..
Eles não podem escutar uma palavra que tenhamos dito.
Quando nós fingimos que estamos mortos.
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá,
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá,
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá,
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá.
Feliz día de la Pacha Mama!
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1º de Agosto dia de la Pacha Mama
Hoy se celebra el Día de la Pachamama o Mama Pacha (Pachamama o pacha, del aimara y quechua pacha: “tierra” y, por extensión, "mundo", "cosmos"; mama: “madre”: "Madre Tierra" ), divinidad de los pueblos autóctonos andinos, a la cual se rinde tributo por ser la gran deidad entre las comunidades indígenas de los Andes Centrales de América del Sur.
La Pachamama representa a la Tierra, pero no sólo el suelo o la tierra geológica, ni sólo la naturaleza; es todo ello en su conjunto. No está localizada en un lugar específico, pero se concentra en ciertos lugares como manantiales, vertientes, o apachetas. Es una deidad inmediata y cotidiana, que actúa directamente y con la cual se dialoga permanentemente, ya sea pidiéndole sustento o disculpándose por alguna falta cometida en contra de la tierra y todo lo que nos provee.
Se trata de una divinidad protectora y proveedora, que cobija a los hombres, posibilita la vida y favorece la fecundidad y la fertilidad. A cambio de esta ayuda y protección, el pastor de la Puna Meridional está obligado a ofrendar a la Pacha parte de lo que recibe, no sólo en los momentos y sitios predeterminados para el ritual sino, particularmente, en todos los acontecimientos culturalmente significativos, configurándose así una suerte de reciprocidad.
Los quechuas, los aymaras y otras etnias de la región andina, han realizado ancestralmente ofrendas en su honor, sacrificando camélidos (llamas, vicuñas) para derramar su sangre. También se ofrecen hojas de coca, conchas marinas mullu y sobre todo el feto de la llama que, según una creencia, ayuda a fertilizar la tierra sin que falte jamás la cosecha, ofrenda que suele llamarse en los Andes centromeridionales "corpachada".
La Pachamama, junto con las deidades Mallku y Amaru, conforman la trilogía de la percepción aimara de sociedad y naturaleza. Tales cultos son las formas más antiguas de celebración que los aimaras realizan en la actualidad. Con la invasión de los españoles y la persecución de las religiones nativas (llamada en esa época "extirpación de idolatrías), la Pachamama, como resultado del sincretismo cultural y religioso, comenzó también a ser muchas veces venerada a través de la Virgen María.
El ritual central de la Pachamama o fiesta de la Madre Tierra es la challa o pago (tributo). Se la realiza el primer día del mes de agosto, durante todo el mes, y en muchos lugares también el primer viernes de cada mes. Las ceremonias están a cargo de personas ancianas o de mayor autoridad moral dentro de cada comunidad. En el caso del pueblo aimara esta persona recibe el nombre de "yatiri".
1º de Agosto dia da Mãe Terra (Pacha Mama)
Pacha Mama ou Pachamama (do quíchua Pacha, "universo", "mundo", "tempo", "lugar", e Mama, "mãe",1 "Mãe Terra") é a deidade máxima dos Andes peruanos, bolivianos, do noroeste argentino e do extremo norte do Chile. Vários autores consideram Pachamama como uma divindade relacionada com a terra, a fertilidade, a mãe, o feminino.
Pacha Mama é uma deusa que produz, que engendra. Segundo a tradição, sua morada está no Cerro Blanco (Nevado de Cachi), em cujo cume há um lago que rodeia uma ilha habitada por um touro de chifres dourados que, ao mugir, expele nuvens de tormenta pela boca.
Segundo o historiador boliviano Rigoberto Paredes (1870–1950), a princípio, o mito de Pacha Mama devia referir-se ao tempo, "talvez vinculado de alguma forma à terra; ao tempo que cura as maiores dores, tal como extingue as alegrías mais intensas; ao tempo que distribui as estações, fecunda a terra, sua companheira; dá e absorve a vida dos seres no universo. Pacha significa originariamente "tempo", na língua kolla; só com o transcurso dos anos - as adulterações da língua e o predomínio de outras raças - pôde confundir-se com a terra e fazer com que a esta e não àquele se rendesse preferente culto [...] Pacha-Mama, segundo o conceito que tem entre os índios, poderia ser traduzido no sentido de terra grande, diretora e sustentadora da vida"4 A terra, como geradora da vida, será então assumida como um símbolo de fecundidade
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